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Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Expressão Musical

Associado aos animais e ambiente falámos sobre a preservação do planeta terra e da necessidade de reciclar. Por isso o João fez uma canção para os azulitos e já a estamos a aprender. Em breve vamos gravá-la!
Aproveitamos o fato do João ter trazido o sintetizador e tocou música clássica, como Beethoven com o tema "Para Elisa" já nosso conhecido e infantis, tais como "Todos os patinhos" ou "Atirei o pau ao gato" que acompanhamos a cantar. Quem quis pode ainda experimentar tocar alguma coisa no sintetizador.
Muito obrigada João! E se eu tivesse aqui os azulitos, diriam logo de seguida Kanimambo!

Ilusão ótica

O tema predominante deste dias tem sido os animais marinhos. Já descobrimos muitos deles e das suas características. Hoje, resolvemos brincar e criar uma ilusão ótica com a construção que aparece nas  imagens: rodando o pau dava a ilusão do peixe estar dentro do aquário.
Até os grandes gostaram da brincadeira!

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

Mensagem de uma mãe

A Mãe da Daniela enviou-nos por email (forma de comunicação usada com frequência com os pais das crianças) umas quadras sobre os azulitos que publicamos.


 
Os Azulitos

São muito bonitos,

São 25 amiguitos

Dos 3 aos 5 anitos.



São pequenitos

Mas já são os favoritos,

Já foram uns lindos moranguitos

E às vezes também são muito aflitos!



Os Azulitos são uma família,

Que trabalham como uma equipa unida

E sempre muito divertida,

Que nunca desanima!



Com os Azulitos há sempre muita alegria

E reina sempre a simpatia.

Todas as manhãs há um bom dia

Sempre cheio de Energia!



Os Azulitos são muito engraçados

E sempre muito animados,

Pois não gostam de estar chateados,

Mas sim sempre atualizados.



Os Azulitos são uns lutadores

E também muito trabalhadores

E até já foram pescadores.



Com os Azulitos há sempre muita animação

E por vezes alguma distração

E é com muita satisfação

Que podemos dizer que têm a nossa admiração!



Gostam todos de brincar

E os amigos ajudar,

Com a Prof. Bela a ensinar

E os Azulitos a escutar.

A Susana também gosta de participar

E os pais de colaborar.



Os Azulitos são a nossa inspiração

Ficarão para sempre no nosso coração

Como uma bela canção

Para sempre na recordação.

O nosso bem-haja ou lembrando o que aprendemos recentemente: kanimambo ou


Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá

 

Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá

Os pais não servem como despertador. Adormecem de manhã, como todos nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.

Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).

Os pais servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho. Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as contra-ordenações perigosas somos nós!

Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.

E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca, de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e meiguices...).

Os pais servem, também, para nos ir buscar à escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação, que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.

Os pais servem para nos deixar nos tempos livres. E, quando pensávamos que podíamos brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a estar, mais uma vez, quietos e calados. E, pior, quando estamos prontos a pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar até... 100.

Mas os pais servem, também, para trabalhar para a nossa formação desportiva e para o lazer. Quando chegamos à natação, gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente. Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.

Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando (de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai bateu com a cabeça? Então, maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e agradece?...)

Quando, finalmente, entramos em casa e estamos prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois brincas».

E servem para azedar a nossa boa disposição quando, logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite, as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.

Os pais servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar. Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!». Vendem-se à publicidade enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos bonitos». Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».

E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem!

E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!».

E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar. Assim: «Ah queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...»

E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver como é que vocês se safam!».

Com dias assim, em que o pai e a mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece antes do fim de cada história? E quem é que não cede ao nervoso miudinho e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja? E quem é que não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm, quando perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!

Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os contrariar. Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande têm a cabeça quente.

E nunca pomos em dúvida que só o amor importa. Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira!

E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.

Eduardo Sá
in paisefilhos.pt

Conhecimento do Mundo - habitat

Através de imagens que se completam, aprendemos alguns dos habitat dos animais, como os seguintes e outros.
 Os habitats formam colocados no centro e virados para baixo. Cada criança, na sua vez, virava uma peça e se não correspondia ao habitat do seu animal voltava a colocar no mesmo sítio. As outras crianças precisavam estar com atenção para ver se era o habitat do seu animal e fixar o local onde ele estava, para na sua vez irem buscar para completar as suas peças.


Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Papagaios de papel

Hoje foi dia de ir à biblioteca da centro educativo. Requisitamos novos livros para levar para casa, inserido no projeto do Plano Nacional de Leitura. Boas leituras com o papá e a mamã.
Mais pormenores sobre o projeto ver em:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/escolas/projectos.php?idTipoProjecto=16

Também ouvimos 3 pequenas, mas deliciosas histórias, da editora "Edições convite à música", que nós tão bem conhecemos, uma vez que tem seda na nossa linda terra e que recomendamos:




Por fim fizemos uns lindos papagaios (desta vez circulares) com a Lili e o João, para pendurar no quarto. O sonito vai ser mais fácil, com esta companhia feita com satisfação!


Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Linguagem Oral - Consciência silábica



No quadro interativo e em grande grupo exploramos as seguintes imagens, a fim de identificar as imagens que começam com a mesma sílaba.
Os exemplos foram retirados de um caderno de exercícios, de uma formação de educadoras do concelho de Arganil.
       Se alguém quer ser um atleta de sucesso terá de treinar, desde cedo e exaustivamente, a sua estrutura muscular para que os resultados sejam progressivamente melhores. O mesmo se passa no percurso da escolaridade: quanto mais uma dada capacidade cognitiva for treinada, mais elevado será o grau de sucesso para cada aluno. Da prática educacional e científica, extrai-se a mesma conclusão: o trabalho sobre a consciência fonológica na escola, realizado desde cedo, permitirá promover o sucesso educativo, funcionando como medida de prevenção do insucesso na leitura e na escrita.

Expressão Plástica - Dragões

Os dragões feitos com massa de modelar.


Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

Luta contra a obesidade infantil

Tal como combinámos, hoje fomos fazer uma longa caminhada, com passagem pelo gimnodesportivo e campo de futebol para umas boas corridas. O lanche foi FRUTA!!!!!
Obrigado aos pais pela pronta resposta, mas este é já quase um hábito diário para a maioria! Se houve projetos em que me deu prazer participar, este foi um deles, apesar de neste não termos alcançado nenhum prémio! Ou dito de forma mais correta: alcançamos o melhor de todos e está à vista!